quinta-feira, 17 de março de 2011

Brasil ganhará escola de efeitos visuais com padrão internacional‏


Aconteceu em São Paulo, o evento de artes gráficas “The Union”, que contou com diversos talentos gringos como Neil Huxley, diretor de animação gráfica de filmes como Watchmen e Avatar; Fausto de Martini, diretor de projetos visuais da Blizzard, entre outros pesos-pesados do ramo.

A novidade maior, em meio a tantas dicas de animação e ideias para designers gráficos, ficou para o anúncio de Alessandro Bonfim – o fundador da escola Saga, organizadora do evento – que revelou a chegada de uma nova e inédita escola profissionalizante ao Brasil. Esta nova escola, que ainda não tem nome definido, será fruto de uma sociedade da Saga com a Gnomon, empresa reconhecida mundialmente por criar efeitos especiais para Hollywood em filmes como Avatar e Harry Potter, além de jogos como God of War 3 e Uncharted 2: Among Thieves.
Para se ter uma ideia, a nova escola contará com os melhores professores da Saga, que irão até Los Angeles, na Califórnia, passar por um intensivo treinamento até serem aptos a lecionar no “estilo Gnomon de artes”. Além disso, haverá intercâmbio entre professores. Profissionais virão diretamente dos Estados Unidos para fechar os pacotes de cursos que serão oferecidos pela instituição.

E se você acha que qualquer um poderá estudar nesta escola, se engana. De acordo com Alex Alvarez, fundador e presidente da Gnomon, cada aluno passará por uma detalhada seleção para filtrar os verdadeiros talentos. A questão aqui não é se o aluno pode pagar ou não o curso, mas sim se ele tem ou não o talento necessário para começá-lo.

“As pessoas geralmente não ligam para qualidade. Só querem saber de dinheiro. E a Saga foi a primeira escola que vi focar realmente no ensino e nos futuros profissionais”, disse Alvarez.
Essa iniciativa visa a chegada de muitos novos empregos no país, além de ter a possibilidade da criação ou importação de novos estúdios para a região. Alvarez também acredita que o Brasil tem muitas pessoas criativas e é um mercado emergente, além de ter uma cultura muito semelhante à norte-americana. Isso, inclusive, o levou a decidir investir por aqui, já que negou propostas em diversos outros países durante anos.

Com certeza é uma excelente notícia para a indústria de efeitos gráficos e visuais. Agora, é esperar para que 2012 os serviços da nova escola comecem.

Como disse o próprio Alessandro Bonfim, “Nós faremos história.”


Por
Raul Serra.

Publicitário é f... não perde a oportunidade de criticar ou avaliar o trabalho do outro.
Um deste me perguntou o que achei da marca escolhida pelo “júri técnico”. Não vou julgar o termo júri porque teria que entrar em etimologia das palavras e ai corro o risco de dar um nó na cabeça dos ditos publicitários. Mas vamos analisar a aplicabilidade do temo TÉCNICO.
Técnico de quê?

O Jorge Galeano tem um trabalho consistente, mas nem um pouco popular, seu publico não ouve “VOU NÃO, QUERO NÃO, MINHA MULHER NÃO DEIXA NÃO”.
Luciana Boeira. Alguém aí pode me dizer o que esta cidadã fez na vida além de distribuir simpatias e currículos com especialização de MESTRA de não sei o quê?

Quanto ao terceiro técnico, no dia que alguém disser quem é o “ilustre quem ?” eu faço um comentário sobre ele. Se tiverem outros, piorou.

A marca da micareta tem que comunicar de forma precisa e objetiva uma idéia. Que ideia é esta? Festa e alegria (ponto). Cultura, identidade cultural, conceitos étnicos, regionais e o escambáu, deixa pra referenciar na cátedra, isso é coisa de intelectual.

Objetividade, esta é a palavra chave do momento, momento da internet, do Twitter, do Facebook e do Msn. Vamos direto ao assunto, um rosto sorridente, maquiado para a festa, diz mais que... (o que é aquilo do lado do nome MICARETA 2011?)

O ano é muito importante na marca, afinal ninguém sabe que estamos em 2011 né?
A cor vinho usada naquela coisa tem uma capacidade de comunicação impressionante, é a cor do seriado “VAMPIRE DIARIES”, passa uma alegria incrível para os padrões anglo saxões, porque no Brasil aquilo é cor de VELÓRIO, aliás, as funerárias tão interessadas em conseguir o telefone do DESIGNER.

Ah! Dinâmica das cores é coisa de intelectual também, mas para um comunicador visual é algo imprescindível.
Em síntese, se a PMFS quer dar unidade e identidade deveria usar a máxima da democracia, “MANDA QUEM PODE E OBEDECE QUEM TEM JUIZO”. Ela paga uma fortuna a duas ou três agências de publicidade para se encarregarem da comunicação da administração e a micareta é uma atividade hegemonicamente administrada pela prefeitura, então nada mais correto e transparente do que determinar que uma das credenciadas prepare um trabalho de comunicação visual, publicitária e institucional da Micareta. Observem quê, apesar de interligadas são comunicações com características definidas e independentes.

Quero ver a solução das agências para integrar aquela coisa à comunicação da festa, boa sorte a elas.

terça-feira, 1 de março de 2011



A ignorância campeia na publicidade Feirense.

Ignorância 1 – O encontro periódico que a Tv Subaé promove com o nome de Confraria, teve sua ultima edição no dia 23 de fevereiro no The House e podemos parabenizar a organização em todos os aspectos. Porém, para um observador mais atento, ficou claro a ignorância da grande maioria dos presentes quanto a historia da publicidade nacional e de fatos e programas que fizeram a cabeça de várias gerações de brasileiros.
O grupo performático convidado pela organização para animar o evento, deu um show, tanto de música como de citações e referencias de programas, comerciais, musicas e artistas que de alguma forma, escreveram capítulos interessantes da comunicação do país e em grande parte desconhecidos da maioria dos presentes.
A criatividade é resultante de diversos aspectos e o conhecimento do meio, sua historia e referencias, são imprescindíveis para o profissional. Em síntese “cultura”.
Ignorância 2 – A comunicação visual está de mal a pior em Feira de Santana. Cada dia mais, se vêem verdadeiros assassinatos da língua da gramática e até de outros idiomas. Paineis, letreiros, fachadas e marcas de empresas, criados e desenvolvidos por quem não tem conhecimento da língua, dá margem a verdadeiros crimes gramaticais, ortográficos e idiomáticos.
Exemplos:
1 - Na Av. Sto. Antonio, uma loja de confecções se apresenta com o sugestivo nome de PIPOUS BOYS & GIRLS. Me parece claro que a intenção era escrever PEOPLE BOY’S & GIRL’S.
2- Na Kalilandia, um salão de beleza tem interessante nome de BELLY HAIR, que numa tradução livre serial BARRIGA CABELO. Ou seja, Feira de Santana tem o primeiro e exclusivo salão de beleza exclusivo para tratar dos cabelos da barriga.
3- Esta mais comum, pode ser vista em diversas marcas em toda a cidade. O uso indiscriminado do { ‘ } apostrofo, que segundo a regra que aprendi, só é utilizado para suprimir um vogal que se repete no fim e no inicio de palavras contiguas, dando ritmo a leitura a exemplo de Sant’Ana dos Olhos D’Água (Santa Ana; da água), Brilho D’Ouro (do ouro).
4- Esta é também muito comum, cometida pelas empresas que fazem plotagens em carros, faixas, cartazes e etc. O uso incorreto de verbos. O verbo Dar conjugado na terceira pessoa do presente indicativo não se escreve DAR, se escreve DÁ, portanto “Deus não dar nada a ninguém”, “Deus dá sua graça ...”
Sugestão aos publicitários e comunicadores.
Cultura não faz mal a ninguém.
Por Raul Serra

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Júri técnico agrada participantes

Serão observados a criatividade, autenticidade e aplicabilidade da marca

A idéia da marca oficial da Micareta de Feira de Santana ser avaliada pelo júri técnico agrada aos três participantes do concurso. O júri que irá participar da seleção das marcas terá que observar alguns critérios relevantes como: criatividade, autenticidade e aplicabilidade da marca.

Para o finalista Raoni Setubal Lima, a votação do concurso tomou o rumo certo. “Parabenizo a organização da seleção por ter tomado a decisão correta. Vejo que esta é uma ótima oportunidade para que profissionais da área avaliem melhor. A participação popular também é muito válida e importante, porque amigos, familiares e até desconhecidos puderam conhecer nosso trabalho”, observa.

A designer gráfica Thais Coutinho Ribeiro também aprovou a decisão da organização. “Eu e minha família estamos muito felizes com a divulgação da marca. A minha expectativa continua sendo a melhor e quero muito ganhar o concurso” afirma.

O finalista Clebson da Silva acredita que a avaliação do júri técnico vai trazer mais transparência e lisura ao processo seletivo. “A decisão da organização é bem positiva. Com essa mudança o concurso demonstra credibilidade para os participantes. Estou feliz, pois o trabalho foi bem divulgado e espero que a minha marca também seja escolhida pelo júri”, conta.

A composição do júri técnico e a data do julgamento devem ser definidas nesta sexta-feira (25), durante a reunião entre os secretários de Comunicação Social, Fabrício Almeida; e de Cultura, Esporte e Lazer, Euclides Artur Andrade.

A pontuação alcançada na internet pelos três finalistas será levada em consideração, sendo somada ao resultado apontado pelo júri técnico. A votação para a escolha da marca da Micareta foi finalizada a meia noite de quinta-feira (24).

FONTE: PORTAL DA PMFS

COM 50.9% DOS VOTOS, APÓS VOTAÇÃO ENCERRADA, VENCE (NA INTERNET) A MARCA DO TRIBAL (como ficou conhecida)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

EXAGERANDO NA DOSE - PAULO COELHO



De acordo com a teoria da evolução das espécies, o meio foi determinante
para apontar os desafios a serem vencidos e, mais adiante, quais destas
espécies sobreviveriam. Mais do que tamanho, força ou agilidade, a
capacidade de adaptação acabaria por determinar o destino de cada espécie.
Os mamutes, fortes e vigorosos, sucumbiram. Os rinocerontes estão a caminho.
E mesmo as águias americanas, famosas pela sua envergadura, velocidade e
precisão parecem ter pouco tempo para fazerem apenas parte do passado.
Tão seletivo quanto o mundo animal, nosso mercado publicitário vive um
momento delicado. Se por um lado já nos víamos açoitados pela mentalidade do
"farinha pouca, meu pirão primeiro", agora esta se soma à "quem
(sobre)viver, verá". Diante de uma concorrência há sempre um publicitário
varejista de plantão capaz de fazer o cliente acreditar que o que nos
diferencia é o preço de cada um, e não a idéia. O cliente gosta, atiça esse
tipo de concorrência e, é claro, tira proveito disso.


Clientes agem e agirão sempre como predadores, portanto não podemos ser
inocentes a ponto de esperar deles o entendimento que o fim da espécie
publicitarius inteligentis também afetará o negócio dele, afinal seria o
mesmo que pedir ao lobo para ser comedido diante de um rebanho de ovelhas
perdidas. É certo que o lobo vai exagerar na dose e haverá de morrer de
fome, mas antes dele morrerão as ovelhas.


Conviver com um mercado cada vez mais competitivo não é um problema que
aflige somente o nosso negócio, mas talvez estejamos exagerando na dose
quando permitimos que o cliente comece a enxugar seu investimento pela
redução absurda da nossa rentabilidade. Perdemos importância dentro do
mercado? Obviamente que não, e até diria que muito pelo contrário, mas
estamos perdendo a nossa capacidade de impor limites. Temos um mercado cada
vez mais "juniorizado" porque não conseguimos mais segurar na profissão os
seniors, temos uma fuga de talentos para outras atividades porque
simplesmente não temos margem para pagar melhor.


Nosso negócio é comunicação, sabemos como alavancar produtos, despertar
desejo, gerar consumo. Sabemos conceituar produtos, diferenciá-los perante a
concorrência, explorar seus diferencias. Portanto, não haverão de ser as
novas tecnologias, nem os novos formatos da web, nem as mudanças no
comportamento da sociedade que nos imporão limites para continuarmos sendo
peça essencial nessa engrenagem, pois para estes desafios responderemos
sempre com a vanguarda que caracteriza a nossa profissão. Nossa maior
preocupação deve ser criar um mercado maduro, que atenda às expectativas de
nossos clientes, que alimente cadeia de bons parceiros e que possibilite
oportunidades de crescimento a nossos profissionais dentro do nosso mercado.
Afinal, o que o cliente quer quando nos procura é resultados, e não
descontos.


E se o cliente ainda se diz insatisfeito, lembre-se que cliente sempre quer
mais e pagando menos, tanto faz se o ambiente é um balcão de mercearia ou
uma mesa de negócios, afinal é assim que nós nos comportamos quando estamos
do outro lado.



*Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Bahia (Sinapro-Bahia)

Artigo publicado no Jornal Correio*, do dia 5 de dezembro de 2010

FONTE: PORTAL DO SINAPRO BA

HOJE, CONFRARIA PROMOVIDA PELA TV SUBAÉ - DIRECIONADO A MÍDIAS, ATENDIMENTOS e DONOS DE AGÊNCIA.

A FORÇA DO RÁDIO



O rádio ainda é o meio de comunicação mais popular entre os soteropolitanos. É o que revela um levantamento sobre hábitos de mídia da população de Salvador, divulgado nesta terça-feira (22). O estudo realizado pela Potencial Pesquisas mostra que 80,4% dos entrevistados costumam se informar através das ondas sonoras. Ainda segundo o levantamento, 42,6% das pessoas costumam ouvir rádio todos os dias; 9,4% escutam de 4 a 5 vezes na semana; 14,5% ouvem de 2 a 3 vezes na semana; 11,4% cutivam o costume nos finais de semana e 19,6% nunca ouviram. O horário de 6h às 8h é o que apresenta maior número de ouvintes na capital baiana. Já no quesito fonte de informação, 73,4% dos soteropolitanos disseram que se sentem informados.

ENVIADO POR ANA PAULA

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ERRATA.


Acabamos de descobrir que a marca que nos enviaram não participou do concurso da PMFS.
Para fazer justiça em relação as marcas paticipantes, vamos aqui esclarecer.
A marca nos foi enviada por um colega do mercado, no primeiro momento entendemos na conversa que a marca referida havia sido desclassificada do concurso. Agora ele nos esclarece dizendo que foi enviada como desmostração do potêncial dos profissionais do mercado, inclusive com o pedido de publicação no blog.
TUDO NÃO PASSOU DE MAL ENTENDIDO.